Published with Blogger-droid v1.6.8
15 de abril de 2011
14 de abril de 2011
Adeus
Adeus... digo-te hoje adeus
Não mais o que poderia ter sido
A expectável dormência da saudade
Não me afectará, e, na verdade
Nada disto me teria ocorrido
se não decidisse dizer-te hoje adeus.
Não ficam remorsos, nem receios.
Apenas um exorcismo de vontades,
Um desabafo em fase terminal.
Pena somente o tempo que afinal
desperdicei se é que na verdade
estavas fora dos meus meios.
Nada foi em si mesmo uma desilusão
Só uma luta que não tinha por onde vingar;
e mesmo na ausência de vitória,
todos estes acontecimentos e história
me levam a concluir que o pesar
é parte de um processo de formação.
Adeus... digo-te hoje adeus!
O nosso encontro foi fugaz
e o dia que se segue, cinzento
não me proporciona algum alento.
Apesar de tudo, uma observação mordaz:
a vida prossegue até ao próximo adeus.
Poemas da Boca para as Apês
Eternidade momentânea (complexidade e contradição)
Servil sirvo me a mim,
Sozinho sento e sinto-me assim,
Perco-me perdido a distrair,
Sorrio um riso a rir,
Trejeito louco calado,
Um só pensamento abandonado,
Criado, nado morto,
Calafrio absorto.
Um só momento,
Sem qualquer arrependimento,
Um cruzar de olhar,
Um instante para amar,
Uma eternidade para sofrer...
Poemas da Boca para as Apês
5 de dezembro de 2009
24 de outubro de 2009
Small house on the beach (part 2)
Renders e texturização feitos em Kerkythea Echo 2008, modelação em Sketchup 7.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





